O que não muda
Uma consulta que começa pela sua história
Quase todo mundo que chega até mim já ouviu que era estresse, que era da idade, ou que os exames estavam normais — e continua sem se sentir bem. Essa distância entre o que o exame mostra e o que a pessoa sente é justamente onde o meu trabalho começa.
Por isso a consulta não começa pelo sintoma do dia. Pergunto o que mudou, quando mudou, o que já foi tentado e, principalmente, o que você quer recuperar: disposição para trabalhar, sono que descansa, voltar a treinar, entender um diagnóstico antigo. É o seu objetivo que orienta a investigação.
A medicina muda rápido, e eu sigo estudando o tempo todo: diretrizes novas, pesquisas, o que foi revisto. Para a consulta vai só o que tem evidência e faz sentido para o seu caso — explicado de um jeito que você entenda e consiga seguir no dia a dia.
Atendo poucas pessoas por dia, de propósito. É o que dá tempo de olhar o quadro inteiro, e não só a queixa, e de acompanhar você depois da primeira consulta.